Infelizmente a maior parte dos líderes eclesiais fica omisso, sem manter qualquer compromisso de combate a este tipo de “espiritualidade” estéreo, longe dos parâmetros estabelecidos por Deus que são expostos nas Sagradas Escrituras; é preciso alertar as comunidades locais dos erros doutrinários presentes nas letras destas músicas, onde o culto passou a ser antropocêntrico e a mensagem cantada não glorifica ao senhorio de Cristo, mas exalta aos narcisos da “fé”.
Hino bom é bíblico, não contradiz as Escrituras. Como louvar e admitir que nossas comunidades de fé cantem “És Deus de perto e não de longe…” se as Sagradas Escrituras anunciam que: “Porventura sou eu Deus de perto, diz o Senhor, e não também Deus de longe?” Jeremias 23.23, ou que ouçamos que “Quem tem promessa de Deus não morre não…” se a Bíblia diz claramente, falando a respeito dos heróis da fé: “Todos estes morreram na fé, sem terem recebido as promessas; mas vendo-as de longe, e crendo-as e abraçando-as, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra.”. Hebreus 11.13.
Como dizia A. W. Tozer “Os cristãos não contam mentiras. Eles vão à igreja para cantá-las.”. Que Deus nos guarde deste narcisismo pós-moderno, que haja altruísmo e verdadeira devoção na consciência, atitude e manifestação de adoração pública de cada cristão chamado pela Graça de Deus a seguir os passos de Jesus, que nosso louvor seja tributado ao único que é digno de receber: Honra e Glória. Soli Deo Gloria.
“Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos! Por que quem compreendeu a mente do Senhor? ou quem foi seu conselheiro? Ou quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja recompensado? Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém.”. Romanos 11.33-36.
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